terça-feira, 19 de julho de 2016

#Faculdade: Psicologia - 1° Semestre

ACABOU O SEMESTREEEE!
Nem acredito gente, finalmente acabou o 1° Semestre de Psicologia!
E como prometido, saí um pouco da rotina do blog e vim aqui para falar sobre como foram esses 5 meses de aulas no curso mais maneiro e supimpa do mundo!

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Não sei o que esse gif tem a ver com o post, mas achei muito engraçado XD
Bom, assim que estava para terminar o Ensino Médio, me vi totalmente perdida e perguntando "E agora? O que eu vou fazer?!?" (nessa hora juro que me vi na praia... vendendo minha arte... das coisas que a natureza dá pra gente)
Não tive muita informação sobre cursos e faculdades na escola, não fazia a menor ideia do que iria fazer e todo mundo me pressionava e cobrava uma resposta. 
Entããão, pensando naqueles que hoje estão como eu estava - confusos, perdidos, boiando ou pensando em cursar Psicologia - decidi fazer este post. :D

Milena me representa...va!
Como escolhi meu curso
A varinha escolhe o bruxo, já dizia Olivaras! Então digo o mesmo sobre a faculdade, o curso escolhe a pessoa :P
Sempre pensei em fazer Psicologia. Por quê? Eu não sei, sério! Mas desde que me lembro, sou fascinada pela mente e comportamento humano (quando eu descobri o Investigação Discovery... vish!) Mas nunca me vi estudando, para mim era mais um passatempo, uma coisa platônica. Por isso, minha primeira opção de faculdade foi Ciência da Computação, que cursei durante 2 anos e acabei desistindo ano passado na metade (isso pode ser assunto para outro post, o que acham?) 
Tirei um semestre para repensar minhas opções (Medicina Veterinária, Ciências Biológicas e Psicologia), me descobrir, descobrir o que eu queria fazer - daí saiu o blog  - até que finalmente decidi dar uma chance para aquele curso que esteve na gaveta por tanto tempo.
Mas confesso que fiquei em dúvida entre Ciências Biológicas e Psicologia até o momento em que entrei na sala no meu primeiro dia de aula!

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Me senti assim quando entrei na sala pela primeira vez :P

Falando no primeiro dia de aula, preciso fazer um parêntese sobre isso. Ele foi incrível! Os veteranos do curso fizeram uma recepção supimpa para os calouros e nos acompanharam durante toda a primeira semana com atividades, então tivemos a recepção com direito a trote bacana, palestra, tour pelo campus e um café da manhã. 

Matérias do curso
O curso de Psicologia é extremamente amplo, ele realmente atira para todos os lados. Vale lembrar que a grade curricular varia pouco de faculdade para faculdade - o que muda mesmo é o nome das matérias, porque o Plano de Ensino é praticamente o mesmo. Esse semestre, por ser o primeiro, não tivemos muito contato com a psicologia propriamente dita, apenas uma introdução com bastante História e Filosofia, principalmente, então as matérias foram: 

  • História da Psicologia: bastante filosofia, história, história da psicologia e as abordagens psicológicas (Experimental, Behaviorismo, Gestalt e Psicanalise)
  • Genética Humana: essa matéria deu o que falar, já que muita gente não entendeu o sentido de se estudar Genética em Psicologia. Mas vimos tudo, desde células e DNA até mutações e síndromes. -amei!
  • Anatomia Humana: outra matéria que deixou muita gente confusa. Estudamos o corpo humano (avá!) e órgãos através de cadáveres e corpos dissecados.
  • Práticas Profissionais: conhecemos todas as áreas da Psicologia, desde a Psicologia Clinica, até a Psicologia de Desastres e Emergências. Muita gente pensa que a profissão do psicologo se limita a atender pessoas em um consultório, mas essa matéria nos mostrou o quão ampla é a atuação do psicologo no Brasil.
  • Língua Portuguesa: matéria online - chaaaaaaata!
  • Ética: Código de Ética do Psicologo, apenas! - Se eu decorei ele? Ainda não, mas estou quase lá! :P
Provas/Trabalhos/Notas

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Uma ótima representação da minha vida acadêmica!

Essa foi a parte menos legal do curso, a parte em que buguei! 
O semestre estava incrível, indo muito bem, tudo lindo e fantástico até que... Chegaram as provas! Eu literalmente surtei! Foram dias horríveis, eu SOFRI MUITO com as provas, sério! Estudei como nunca havia estudado na vida e, mesmo sabendo de tudo, eu sentia que não sabia nada e batia a bad
Para ter uma noção do drama, eu sou uma pessoa indecisa e extremamente crítica comigo mesma, então fazer uma prova de múltipla escolha em 1h30min  com tudo o que foi visto no semestre é uma tortura, que piora com a entrega e o bombardeamento das respostas certas - aí vem o sentimento de "MDS, como eu fui errar uma coisa besta dessas?" 
Então, vieram as notas. Considerando o sistema de médias totalmente rígido da faculdade - em que TUDO é descontado direto da média e o arredondamento de notas é feito apenas ao final do semestre - pode-se dizer que fechei o semestre muito bem (embora eu acredite que poderia ter sido melhor, principalmente em Ética):

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Visivelmente, minha Ética não é lá essas coisas :P
E o próximo semestre...
É agora que a porca torce o rabo!
No primeiro semestre tivemos aulas presenciais de Terça a Sexta, sendo a Segunda-feira de aula online. Neste as aulas presenciais serão de Segunda a Sexta e a online... Só deus sabe! :P
E, diferente do anterior, este as matérias são 100% voltadas para a Psicologia 
São elas: 

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O que eu espero desse semestre? 
Dei uma olhada rápida pelos planos de ensino das matérias e adorei todas (ok, não sou muito chegada em Psicologia Social, mas vamo que vamo, certo? :D)
Com certeza, será bem puxado e a tendência é piorar a cada semestre, MAS estou muito, MUITO ansiosa mesmo  
Ah, coincidentemente (-no) meu namorado também estuda Psicologia (está beeem mais adiantado que eu) e há rumores de que ele está me ajudando muito no curso - outros rumores dizem que eu faço perguntas meio doidas e posso acabar endoidecendo ele, é isso mesmo? o.O

Eu, nos próximos 5 anos :P

So, that's it... for now!
Espero ter ajudado um pouco quem quer ou está pensando em cursar Psicologia (faltou alguma coisa?) =3
Me diga, que curso você faz, ou pretende fazer? Está em que semestre/ano? Está gostando? Sente falta da família? Como estão as férias?
Me conta aí um pouco sobre seu curso nos comentários, adoro saber essas coisas :D

quarta-feira, 13 de julho de 2016

#Aperta o Play: Game Child of Light

E ai, gentees? Beleza?
Hoje, finalmente, está sendo inaugurada uma nova coluna/seção no blog sobre Games! Siiiiiiim, tá acontecendo *---*
E para começar muito bem, chamei a Marina (também conhecida como: Minha Irmã) para fazer esse trabalho tão trabalhoso :D



--x--

Antes de tudo, preciso dizer que foi muito difícil parar de jogar e vir escrever esse texto =D. Este é um daqueles games que te fazem dizer “só mais 5 minutos, só mais 5 minutos…” eternamente, para depois descobrir que se passou tanto tempo, que graminhas começaram a crescer em você.

Como esse é o primeiro post que eu escrevo, resolvi pedir ajuda ao Sr. Google, que tudo sabe, para descobrir como se faz um texto interessante. Descobri algumas coisas: 1- esse é um assunto bastante pesquisado por aí, alguns blogs têm infográficos e tudo o mais. 2- pensar em regras me deixa nervosa e, desse jeito, o post nunca iria sair. Então, agora que eu já gastei toda a introdução do texto com muitos nadas, vamos ao que interessa.

(Se você tem preguiça de ler introduções, O Texto  Começa Aqui)



Child of Light é um jogo “modesto” lançado em 2014 pela Ubisoft - mesma distribuidora de  Assassin’s Creed, Far Cry 3 e Prince of Persia. Com uma equipe bem menor e um investimento baixíssimo em comparação aos grandes blockbusters, Child of Light é um dos jogos mais lindos que já vi.

Com cenários incríveis e personagens muito fofos, todos pintados em aquarela, o jogo conta a história da princesa Aurora, filha de um Duque, governante de uma longínqua região na Áustria, em 1895. Após a morte da mãe, seu pai a cria sozinho, até um dia se apaixonar novamente. Na manhã seguinte ao anúncio do noivado, Aurora, dada como morta, desperta no Reino de Lemúria e lá descobre que para poder voltar para casa, terá que encontrar o Sol, a Lua e as Estrelas, que foram roubados pela Rainha Umbra.  

O fundo do poço nunca foi tão lindo ♥

Colocada em pontos-chaves do game, a historinha é apresentada em forma de vitrais antigos e contada da mesma forma que um trovador faria - com muitas, muitas rimas. Os diálogos também são construídos desse jeito poetizado, mas diferentemente dos clipes narrados, eles aparecem em forma de texto - como acontece com os RPG’s.


A tradução para o português não deixa nada a desejar ☻☺☻

Porém, Child of Light não é um RPG comum. Embora use o esquema de combate por turnos, de exploração dos cenários, de desenvolvimento de personagens com habilidades e magias, o game tem muito de jogo de plataforma 2D também. Então, depois de sair de uma batalha com monstros flamejantes, você provavelmente ainda vai ter que empurrar alguns caixotes e resolver puzzles simples, mas bem colocados.

Pelos poderes de Grayskull!

E, por falar em batalha: elas não são muuuuito difíceis. Confesso que eu não tenho experiência em jogos desse tipo ~~em quase nenhum jogo, diga-se de passagem~~ e, mesmo assim, tive pouquíssimas poucas baixas durante os combates. No entanto, é preciso criar algumas estratégias para ganhar dos adversários e subir de nível.

E é assim que se mata um inseto, bitch

Pelo caminho, vários personagens se juntam ao grupo de Aurora e cada um deles tem uma característica diferente, que pode ser aprimorada na árvore de skills. Além disso, suas armas e escudos podem receber melhoramentos extras ao anexar oculi a elas (oculi é um nome engraçadinho para as pedras preciosas que você encontra pelo caminho, e que podem ser combinadas, gerando outras gemas), que dão poderes de água, luz, fogo e raio. Assim, você pode criar estratégias específicas para cada batalha.


Preciso de uma coleção dessas na minha vida =P

Esse jogo com certeza é como ser abraçada por vários monstrinhos de marshmallow *--*. Mas, se você ainda não se convenceu, eu tenho dois pontos a considerar:

1° - O jogo é curtinho, leve e as quests e side quests são de boas
O jogo todo é formado por 10 capítulos, que, dizem, leva 10 horas para serem completados. Com pouco tempo de jogo descobri que já estava no capítulo 8 e fiquei meio

Acabei de começar… como assim???
2° - A trilha sonora é incrível!
Sério.
A imersão é quase que total, com piano, violoncelos, orquestra… Os sons são calmos, suaves e combinam perfeitamente com a arte fluida. Como se fosse um quadro sendo pintado ao som de uma caixinha de músicas.

É tanta boniteza que merece até um gif *---*

Todas essas características fazem de Child of Light uma experiência única. Ele é mais que um jogo bonito, é uma pequena obra de arte em formato de conto de fadas, viciante como comer jujubas.

E, para finalizar, encontrei esses vídeos super incríveis. O primeiro, sem legenda em português e com alguns spoilers, traz o making of da trilha sonora, assinada pela compositora Cœur de Pirate e pelo audio designer Huge Bastien. O segundo é o trailer de lançamento do jogo, legendado - para você ficar com mais vontade ainda de jogar.




E, como todo blog termina os posts com alguma chamada para o leitor, aqui vai:

E você, conhecia o game? Tem vontade de jogar? Também é viciado em jujubas e marshmallows? E, a pergunta que não que calar: Se você deixar comentários, quem responde sou eu ou a dona do blog???

sexta-feira, 1 de julho de 2016

12 Motivos para assistir séries britânicas!

Saudações, humaninhos (e não humaninhos também!), como estão? 

Há algum tempo fiz um post falando sobre As melhores séries britânicas que o mundo precisa conhecer! - esses títulos... - e não satisfeita, volto hoje listando motivos para assistir séries britânicas, tão pouco conhecidas pelo povão, infelizmente!

Desde sempre fomos acostumados ao padrão americano, então conhecemos três tipos: comédia, policial e médica! (Tem também as teens, mas entram como comédia). 
Então, antes de tudo, exclua da memória tudo o que você conhece sobre séries. Isso mesmo! Essas que você conhece são séries americanas, totalmente diferentes das séries da terra da Rainha!


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1. As histórias são originais e  inovadoras

Sério! Quando você acha que já viu tudo o que havia para ser visto no mundo das séries, eis que aquela série nova, que tinha tudo para ser MAIS UMA, acaba sendo A série! O roteiro é tão diferente e original que você acaba quebrando as pernas, mas fica muito feliz por isso! 
Estamos tão acostumados com séries americanas, que sabemos exatamente o rumo dela, antes mesmo de assistir. Felizmente, isso não acontece com as séries britânicas.

2. São curtinhas

Essa parte me deixa dividida. As histórias são TÃÃÃO incríveis que você espera sempre por mais e mais e mais... Mas aí então, acaba! Pronto, lá se foi uma temporada inteira em 2 dias =/
A parte boa - depois da depressão pós-fim - é que você poderá maratonar outras séries e ficar sempre em dia com elas!

3. Nada é o que parece

Lá está você... Em seu habitat natural, assistindo Luther, quase chegando na season finale da 1ª temporada. Está certo de que aquela coisa que você imaginou está prestes a acontecer quando... NÃO acontece! Uma reviravolta muito louca acontece - normalmente muito melhor do que você imaginou - e você fica com aquela expressão WTF?????

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4. A maioria dos atores britânicos fizeram uma ponta em Harry Potter


Parece até que todos os atores ingleses fizeram uma pontinha em Hogwarts, então não será difícil encontrar um ou outro ator de Harry Potter perdido em alguns episódios de Doctor Who, Downton Abbey e Sherlock. E cada vez que encontrá-los ficará rindo e falando "oooooooolha só"

5. Tem episódios especiais

Esse é o único e real motivo para você abraçar essa ideia - mentira! Mas é o motivo mais amorzinho da lista <3
Por serem temporadas pequenas, a maioria das séries faz um super-episódio Especial de Natal, no Natal (...?) com duração de aproximadamente 1h30min e é uma delícia! Garanto que você sentirá a magia dessa data mesmo estando no Carnaval!


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6. Você vai se sentir parte da realeza

Isso é fato! O povo no Reino Unido é tão educado e elegante que você sentirá um lorde inglês. Não se surpreenda caso passe a tomar mais chá do que o normal e a tratar todos com muita educação - inclusive a velhinha da feira que passa com carrinho cheio em cima do seu pé!


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7. Sotaque inglês é maneiro

Principalmente porque ingleses parecem falar com uma batata entalada na garganta. No começo é meio estranho e engraçado, afinal foram anos de filmes e séries americanas, mas uma hora você sentirá estará hipnotizado e falando Dóquita, Réri Póta e afins!

8. Não enche linguiça

Sério! Não enche mesmo. Sabe aqueles seriados americanos, que tem mil e uma temporadas com mais de 20 episódios cada? Aquele que o personagem passa vários deles só fazendo besteira? E aquele casal que briga, vai e volta, briga, vai e volta e no fim a temporada se resumiu nisso? 
Então, isso não existe em séries britânicas! Pode-se dizer que elas estão bem mais próximas da realidade - porque... né? Ninguém vai e volta 500 vez com a mesma pessoa (ainda mais se ela matou sua irmã, por exemplo!)

9. É mind-blowing

Principalmente as séries Sci-Fi, como Doctor Who, Sherlock, Utopia e Black Mirror. Você se surpreenderá com a capacidade dos showrunners em te bugar, e se chocará a cada nova revelação, dobra e reviravolta - mas tudo bem, amigo, é normal!


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10. Tem série para todos os gostos

Ok, nem todos! Ainda não achei uma série médica from U.K. (Se você conhecer, deixe nos comentários, prfv :D)
Há quem diga que britânicos não são engraçados ou não sabem fazer comédia. Mas é aí que você quebra a cara mais uma vez! Com certeza quem diz essas coisas não assistiu Vicious (aquela série com Ian McKellen e Derek Jacobi) ou não captou a sutilidade do humor britânico (isso também vale para tretas :D)

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11. As minisséries também são boas!

Siiim! Lá eles apostam bastante em filmes e minisséries, muitas vezes baseadas em clássicos da literatura e na história. Uma das ultimas que eu vi - e não foram tantas - foi E não sobrou nenhum (resenhada no blog), baseada no livro da Agatha Christie e foi B-R-I-L-H-A-N-T-E. Se você não viu, por favor, VEJA! 

12. Americanos fazem suas próprias versões

É, pois é! Talvez para alguns seja novidade, mas sabe Skins? Aquela série lá, que parece Malhação, com adolescentes amontoados no pôster? Então, foi adaptada para USA! Teve apenas 1 temporada... Parece que não deu muito certo por lá =/
O mesmo aconteceu com Beign Human, Shameless, The Office e Life on Mars (não citarei aquele filme TERRÍVEL de Doctor Who porque não vale a pena... sério! Dói só de lembrar)

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E, por ultimo... 
BÔNUS: Estará sempre imaginando um crossover das suas séries preferidas! 

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EI! Você, que chegou até aqui! Me diga... Consegui te convencer? :D
Pretende começar a assistir alguma série britânica? Já assiste alguma alguma? Qual? 
Não deixe de me dar salve nos comentários :D

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Bye bye guys! 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Tag: Doctor Who

E aiii, humanos, beleza?
Tô aqui hoje para responder a primeira TAG do blog e é sobre Doctor Who! ❤
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O blog já foi indicado para algumas TAG's, o que eu acho incrível (obrigada meninas! <3), mas não sou muito chegada nelas porque acho que não tenho muita coisa interessante a dizer, nem que irá acrescentar alguma coisa para quem for ler - mentira, sou preguiçosa mesmo.

Mas essa TAG foi diferente, ela foi criada pela Tais Amaral, do blog Tutris e o grupo Blogueiros Geeks compartilhou com nós, terráqueos! Então, por ser sobre Doctor Who e eu uma whovian, PRECISAVA falar sobre essa série aqui blog, coisa que fiz em raras ocasiões! 
Ah, já peço desculpas se o post sair quilométrico D:


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  • Qual o seu Doctor favorito? 
O negócio já começa difícil! Mesmo analisando bem - essa cadeia hereditária -, a série, não consigo definir o meu favorito. O 9th Doctor foi meu primeiro Doutor e por isso muito especial (não dá para colocá-lo no meio). Fico dividida entre o 10th e o 11th. David Tennant É o Doctor, ele fez o personagem ser extremamente profundo e carismático, até um pouco assustador. Já Matt Smith roubou meu coração! Achei que seu começo na série foi horrível, mas com o tempo acabou me conquistando.
Resposta final: 10th... não, 11th... 11th... não, pera...10th...1011th? 1110th? Não sei! D:

  • Qual a acompanhante favorita? 
Ok, outra difícil, mas um pouco menos. Amo Martha Jones e Amy Pond! São minhas favoritas e, para mim, foram as melhores companions, de longe. Claro, gosto muito da Rose, da Donna e da Clara, mas a Martha... Gente, essa molier não é de Deus! ❤

  • Episódio (s) memorável (eis): 
Vários! Tenho muito carinho pela 3ª e 6ª temporadas. Sendo a terceira temporada memorável - nem é por causa da Martha... ok talvez um pouco! -, Russell T Davis fez um ótimo trabalho nela. Também amo episódios duplos, como The Impossible Planet e The Satan Pit (S2E8 e E9), Human Nature e The Family of Blood (S3E8 e E9). Além destes, gosto muito de Blink e The Girl in the Fireplace

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  • Um episódio que te fez chorar: 
Chorei muito em The End of Time, The Name of the Doctor, Vicent and the Doctor e o duplo The Power of Three e The Angels Take Manhattan.

  • Os 3 melhores monstros que já apareceram na série: 
Os monstros de Doctor Who são fantásticos. Não, sério! São incríveis. Amei os Weeping Angels no memento que vi em Blink, são assustadores, tiram o fôlego e eu os amo muito. Assim como o Silence. Quando eu assisti a primeira vez, fiquei besta, como pode MDS???
Agora um dos que mais gostei, mas que não se encaixa exatamente como um vilão foi o Dream Lord do episódio Amy's Choice (S5E7). É um episódio MUITO bom e hilário.

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  • Um momento em que achou que o Doctor não ia escapar MESMO 
TODOS! - mentira :P
Doomsday, The Family of Blood - parte de mim torceu para ele continuar humano =/ -, The Satan Pit - esse episódio foi do c****** -, 42 e Nightmare in Silver que eu me lembro, mas com certeza tem mais. Em 42 eu fiquei totalmente desesperada, com palpitação... Essas coisas de correr contra o tempo não é para mim, principalmente quando o cara tem uma MÁQUINA DO TEMPO. CHEZUIS! - ainda não sei lidar com esse episódio D:

  • Qual o episódio de especial de Natal que mais gostou? 
A Christmas Carol (S06) é incrivelmente fofo, delicado e natalino! Esse episódio é uma das razões que me fazem amar essa série 
Michael Gambon foi a cerejinha do bolo e estava perfeito como a representação de Scrooge! 

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  • Caso tivesse que escolher, você seria um: Dalek ou Cyberman? 
Dalek, sem duvida! Não sou nem um pouco fã de Cyberman... U_U
Fim de papo. Próxima!



  • Qual te dá mais medo: Weeping Angels ou Silence? (Cite outro se quiser) 
Weeping Angel, com certeza! Imagina, ser mandada para outra época, outro país, sem conhecer ninguém depois de ter matado as aulas de história? Comofas?

  • Para que lugar iria com a Tardis? (Qualquer lugar é valido) 
Não tenho ideia! São tantos... Adoraria assistir o começo do mundo, visitar outras galáxias, conhecer a Grécia Antiga - e bater um papo com Sócrates! - fazer barraco na Idade Média. Ir para a Escócia e conhecer a J.K. Rowling, ou quem sabe ver o fim do mundo...

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  • Uma frase favorita: 
Tenho 3!
Primeira: All of time and space; everywhere and anywhere; every star that ever was. Where do you want to start? 
Segunda: We all change, when you think about it, we're all different people; all through our lives, and that's okay, that's good, you've gotta keep moving, so long as you remember all the people that you used to be. I will not forget one line of this, not one day, I swear. I will always remember when The Doctor was me.
E a ultima, que não é uma frase, mas ainda assim adoro: 

Demons run when a good man goes to war 
Demônios fogem quando um homem bom vai à guerra.
Night will fall and drown the sun 
A noite cairá e sufocará o sol.
When a good man goes to war 
Quando um bom homem vai à guerra
 Friendship dies and true love lies 
A amizade morre e o amor verdadeiro mente.
Night will fall and the dark will rise 
A noite cairá e a escuridão se erguerá
When a good man goes to war 
Quando um bom homem vai à guerra.
 Demons run, but count the cost 
Demônios fogem. Mas a que custo?
The battle's won, but the child is lost
A batalha está ganha, mas a criança está perdida.

  • Qual seria seu outfit de Doctor? 
Nunca pensei nisso na verdade... bom, eu AMO o estilo rocker do 9th, com aquela jaqueta de couro incrível, e também adoro o estilo sei-lá-que-diabo-é-isso do 10th Doctor. Sem contar o fez e a gravata borboleta do 11th, que são maravilhosos... 

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MDS, gente, de onde essa arma saiu? O_O

  • Já assistiu à algum spin off de Doctor? Se sim, o que achou? 
SIIIIIIIIIIM! Assisti Torchwood e assim... não sei, achei mais ou menos... Não é um Doctor Who, né? Mas gostei sim! Principalmente pelo Captain Jack Harkness - AMO esse macho - e vê-lo em uma série só dele foi incríííível! Mas achei o final meio fraco.


  • And the big question is: O que é Doctor Who pra você?
Não tenho palavras para descrever o que Doctor Who representa para mim. Da mesma forma que Harry Potter, Doctor Who apareceu e mudou minha forma de pensar e encarar as coisas... Definitivamente, não tenho como descrever tudo isso <3


E é isso, gente...Acabou a TAG! D:
Foi uma delícia respondê-la, bateu uma saudade enooooorme de alguns episódios *-*
Pena que a Netflix retirou a série do catálogo, PORÉM tem as 4 temporadas de Torchwood -serve de consolo? Talvez!

Agora é a vez de vocês responderem, como vai aÍ? Gostam de Doctor Who? Já assistiram algum spin-off? Estão de férias? Que tal uma panela de brigadeiro? Tô aceitando doações! 
Tem alguma indicação de série/livro/filme para mim? Deixe nos comentários :D


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Até a próxima, XOXO 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

[Resenha] Anna Vestida de Sangue - Kendare Blake

Resenha de livro? Sério? 
SIIIIIIIIIIIM! Ao que parece estou mesmo colocando a leitura em dia, começando por Anna Vestida de Sangue, que recebi há alguns dias da Verus Editora, pelo Grupo Editorial Record.

Bom, minhas férias começaram oficialmente segunda e espero que elas sejam extremamente produtivas (tanto no blog quanto fora dele), então porque não começar lendo um livro inteiro em menos de 8 horas, não é mesmo? 

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Anna Vestida de Sangue é um livro de ficção juvenil, escrito por Kendare Blake e lançado este ano pela Verus Editora. O livro tem 249 páginas sangrentas!

Thesseus Cassio Lowood tem 17 anos e está bem longe de ser um adolescente normal. Filho de uma bruxa e um "caçador de fantasmas" - designação que detesta, assim seu nome - nunca teve uma infância comum, passando grande parte dela rodeado de histórias de fantasmas, bruxaria e feitiços, viajando e mudando-se constantemente para diferentes estados e países por conta do "trabalho" do pai que ia aonde o chamasse. 

Aos 7 anos, o pai não voltou de uma de suas caçadas e pouco tempo depois de ser declarado desaparecido, Cas é bombardeado com a notícia de sua morte. Ser caçador de mortos estava no sangue, então, aos 14 anos Cas armou-se com o antigo athame da família herdado de seu pai - arma usada para matar fantasmas - e passou a viajar com a mãe em busca de novos fantasmas e lugares assombrados. 

Agora, aos 17 anos e mais de 20 caçadas de sucesso, Cas está em busca do fantasma de uma garota assassinada nos anos 60, enquanto ia para um baile na escola, sua morte foi tão sangrenta que seu vestido branco tornou-se vermelho

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Anna Vestida de Sangue é uma ficção juvenil bem sangrenta - sério, não é só o nome! - narrado em primeira pessoa por Cas. O livro começa com a caçada ao fantasma de um jovem, morto nos 70, chamado Caronista do Distrito 12, que atacou 20 pessoas e delas, 12 morreram. Achei esse começo muito interessante, realmente me prendeu, mas a partir do capítulo 3 comecei a me irritar com a forma que Cas narrava. É visível e gritante que ele é um adolescente comum, porém sua vontade de ser o diferentão solitário que não liga para nada é incrivelmente irritante e quanto mais ele tentava aparentar "adulto demais para a idade", mais adolescente parecia.  Porém, ao longo do livro isso vai mudando aos poucos, a medida que a história vai se desenrolando a narração e o próprio Cas amadurecem e melhoram. (Isso é um ponto positivo!)

Os personagens secundários auxiliam Cas de todas as formas possíveis, porém não são exatamente bem explorados. Thomas é o típico "garoto esquisito" da escola e bruxo de talentos e habilidades incríveis - que até ele desconhece - e Carmel é a garota popular da escola, que Cas usa para descobrir mais sobre o fantasma de Anna. Apesar de ser uma personagem comum, Carmel é muito mais esperta que Cas e Thomas, porém em algumas passagens sua presença é totalmente dispensável - tanto que até ela sabe disso!

Anna é de longe a personagem mais bem elaborada. Foi morta em 1958 a caminho de um baile na escola, seu assassinato nunca foi investigado e ninguém nunca foi preso pelo crime. A noite de sua morte permanece um mistério. Seu fantasma então, passou a assombrar a casa em que viveu... Pelo menos é o que dizem, pois nunca foi vista por alguém vivo, já que todos que ousaram entrar na casa acabaram mortos e seus corpos desaparecidos! - se eu gosto de lenda urbana? 'magina! :D

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O legal em Anna é sua personalidade dualista, totalmente diferente de um fantasma comum. Os anos em que passou presa na casa, somados ao número de mortes que acumulou a tornaram extremamente poderosa e descontrolada, e isso fascinou Cas desde o primeiro momento, quando descobriu que ela era algo que nunca havia visto, quanto mais matado.

Acho bom frisar que os bruxos desse livro, como a mãe de Cas, Thomas e seu avô Morfran, não são como os bruxos de "Harry Potter", com varinhas, vassouras e poções mágicas. Não! São bruxos ligados às religiões pagãs" como Wicca, Obeah, Santeria e Vodu. Os feitiços e maldições feitos são do modo tradicional com ervas, pedras, cânticos e energia. Bem clean!

Apesar de ser um livro sobre fantasmas, sangrento e cheio de mortes, não chega a ser terror - tenta ser, mas não é. E isso me deixou um pouco chateada, pois tudo no livro remete ao medo; a capa e a sinopse prometem um terror, que infelizmente não encontrei. Porém, a história é linear, muito interessante e te prende a cada nova descoberta.

O desfecho foi o esperado, mas ainda consegui me surpreender um pouco. Kendare é uma ótima autora, tentou e conseguiu fazer uma história diferente e coerenteapesar de um ou outro clichê, mas o que não é clichê hoje em dia, né? - Juntou todos os pontos e nos conduziu para um final com clímax real e muito bom. Não foi o terror que imaginei que seria - minhas expectativas estavam enormes nessa parte - , mas no geral foi um livro muito agradável. 
E tem continuação! \Õ/ \Õ/ 
Mas, obviamente, ainda não foi lançada aqui no Brasil =/ 


NOTA:

anna-dressed-in-blood-kendare-blake
Editora: Verus Editora
Páginas: 249
Publicação: 2016
Sinopse: Cas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro. Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas. Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente?
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'Cabou gente! A maior resenha que já fiz na vida :D
E ai, o que achou? Conhecia o livro? Pretende ler? Como tá a vida? Já está de férias? 
Me contem Posso demorar, um pouco mas sempre respondo ;)